Caixas para Montagens Eletrônicas
“Se uma montagem é experimental ou didática, ela pode ser mantida numa matriz de contatos, ponte ou mesmo placa sem proteção alguma. No entanto, se for um aparelho para uso constante e principalmente, se for feito para pessoas comuns, uma caixa ou gabinete para alojá-lo deverá ser prevista. A caixa ou gabinete não tem simplesmente a finalidade de tornar sua aparência melhor e facilitar seu uso: ela protege os componentes internos contra acidentes tais como puxões, contatos com objetos e até mesmo choque nas pessoas.”
Trecho do artigo: Caixas e Gabinetes
01 de junho de 2008
Originalmente publicado na revista Mecatrônica Fácil - Ano 6 - N°39 (Edição digital)
Newton C. Braga - *06/11/1946
Instituto Newton C. Braga
Começou a escrever artigos para revistas técnicas eletrônicas aos 13 anos
01 de junho de 2008
Originalmente publicado na revista Mecatrônica Fácil - Ano 6 - N°39 (Edição digital)
Newton C. Braga - *06/11/1946
Instituto Newton C. Braga
Começou a escrever artigos para revistas técnicas eletrônicas aos 13 anos
Durante muito tempo, as caixas para montagens eletrônicas tem sido um desafio tanto para hobbystas como para profissionais que atuam, ou estão envolvidos, com os mais diversos produtos das áreas de eletrônica, mecatrônica, telecomunicações, telefonia, automação, informática, etc. principalmente quando essas pessoas estão na fase de projetos ou construção de protótipos.
Newton C Braga, do Instituto Newton C. Braga, que nasceu em 1946 e desde os 13 anos começou a escrever artigos para revistas técnicas eletrônicas, também já escreveu vários livros sobre tecnologia, com inúmeros projetos adotados em escolas ao redor do mundo, há muito vem contribuindo em levar alternativas de gabinetes e caixas para montagens eletrônicas, isto devido ele próprio ter vivenciado os desafios em encontrar as melhores alternativas para cada necessidade; inclusive em outro trecho do seu artigo Caixas e Gabinetes ele também comunica:
“Projetos eletrônicos e mecatrônicos não dependem apenas das partes funcionais, que podem ser eletrônicas ou mecânicas. Existe também uma parte do hardware (ferramental) que não exerce função no projeto, mas que é tão importante quanto as partes funcionais propriamente ditas. Essa parte é justamente aquela que protege ou aloja os subconjuntos do projeto, formada por caixas e gabinetes”
Compreendemos que quando Newton C. Braga diz que: “do hardware (ferramental) não exerce função no projeto”; há o desejo de comunicar que as caixas e gabinetes não executam as funções eletrônicas e sim dão suporte ou as viabilizam com segurança.
No mercado há um elenco de opções de caixas padrões de diversos tamanhos e formas, normalmente encontradas à venda nas prateleiras de lojas e revistas eletrônicas, ainda assim há lacunas de necessidades que exigem caixas para montagens eletrônicas sob medida, com dimensões, formas, furações, fixações, ergonomia e cores que permitam uma solução exclusiva.
Mesmo em ambiente industrial, onde há o acesso a mais recursos financeiros e de materiais em laboratórios de eletrônica ou informática, ainda assim, muitas soluções eletrônicas são projetadas e construídas em função da disponibilidade das caixas plásticas padrões que normalmente são encontradas no mercado; geralmente por não se saber onde encontrar caixas para montagens eletrônicas personalizadas que possam “vestir” a eletrônica sob medida para as necessidades dos projetos, sem que se tenha que gastar com moldes ou ferramentas especiais.
E aqui percebe-se que o principal ponto que mentalmente chega a inibir a ação de alguns hobbystas e profissionais para a busca por soluções personalizadas é o de que só se consegue caixas para montagens eletrônicas personalizadas, em padrão de produto acabado, gastando muito dinheiro, pois algo assim depende da fabricação de moldes ou ferramentas especiais. Alguns desses hobbystas e profissionais são até muito experientes, com acesso a muita informação e com excepcionais recursos pessoais de criatividade, são verdadeiros MacGivers (seriado televisivo das décadas de 1980 e 1990 onde o protagonista – Richard Anderson - resolvia qualquer coisa de forma muito simples – um poço de petróleo em chamas não dava 5 minutos de filmagem, resolvia vazamento industrial de ácido sulfúrico com uma barra de chocolate – cientificamente há a possibilidade disto), que de tantos recursos pessoais, alguns também de materiais, acabam dando pouca abertura para outras opções inovadoras, pois, de alguma forma, conseguem soluções que cumprem a função técnica principal de seus projetos eletrônicos.
No entanto, esses excepcionais produtores de soluções técnicas acabam por ver seus produtos nem sempre serem bem aceitos quando são expostos dentro de um ambiente social, escolar, profissional ou industrial, por um empecilho que parece de importância secundária: O VISUAL (apresentação mercadológica). Incrível, mas é isso! O produto até funciona muito bem, mas alguns são feios, ou visualmente pouco atrativos! Não desperta o desejo de consumo, o desejo de uso ou não aguça a curiosidade. Ou desconsideram-se as melhores práticas do Design de Produtos. Aqui entra, ou falta, um dos principais conceitos de marketing: PERCEPÇÃO É TUDO! – Tom Peters -. Esta situação toma dimensões gigantescas nas áreas de eletrônica, informática, mecatrônica, telecomunicações, telefonia, automação, etc. quando:
- São estudantes apresentando seus trabalhos práticos;
- São hobbystas desejando entrar no mercado com seus produtos;
- São projetistas apresentando suas soluções para seus superiores;
- São cientistas tentando patrocinadores para mais pesquisas;
- São microempresários desejando entrar num nicho de mercado;
- São empresas de pequeno e médio porte desejando conquistar uma fatia maior do mercado; etc.
O Visual de um produto eletrônico comunica muito além da beleza, comunica também segurança, robustez, durabilidade, profissionalismo, inovação, audácia, ousadia, futuro, DESEJO DE USO OU CONSUMO!
Não é sobre ser apenas bonito e sim sobre ALÉM DE FUNCIONAR MUITO BEM, COMO SER BONITO PRA ARREBENTAR para “encher os olhos” do seu público alvo, inclusive os seus próprios olhos! Para fazer você e seu público alvo VIBRAR com o que você está apresentando... o SEU PROJETO ... a SUA IDÉIA; como sendo uma extensão íntima do seu talento, da sua dedicação e do seu profissionalismo, para que possam exclamar: isto só pode ter sido criado pelo estudante tal, ou, isto é pura criatividade do projetista tal, ou somente a empresa tal poderia criar algo assim. AJUDE-SE, entregando ao seu público alvo um produto encantador indo muito além da funcionalidade!
Mais do que apenas ter-se um circuito ou montagem eletrônica que cumpre uma função, devemos cercar o objeto central da eletrônica com os recursos possíveis que possam agregar valor. Principalmente quando desejamos empreender num projeto eletrônico, seja como estudante ou até como empresa lançando um novo produto no mercado ou reestilizando um produto existente.
Como as caixas plásticas para montagens eletrônicas podem ser parte da solução de design do produto eletrônico?
Mais do que dispor de caixas plásticas para montagens eletrônicas, melhor ainda é essa caixa conter requintes de design que mesmo para um protótipo de projeto escolar, ou para um protótipo industrial, haja a possibilidade de ser apresentado como produto acabado. Seja para seu amigo, ou o seu professor, ou para investidores, ou o departamento de projetos de sua empresa, ou para o mercado consumidor!
Esta ótica mercadológica já é de domínio das grandes corporações que se estabeleceram no mercado de produtos eletrônicos. Hoje aqui buscamos sensibilizar você para que qualquer pessoa ou empresa pode também usar a percepção do consumidor para conquistar mercado encantando seu público alvo tendo mais um elemento de êxito em seu produto eletrônico .
A concepção das caixas para montagens eletrônicas podem definir a excelência no relacionamento do seu produto com o seu público alvo ou com a função que ele tem que cumprir no mercado!
E isto custa muito menos do que você imagina! Ao ponto de até estudantes, pesquisadores independentes, inventores e microempresários já estarem contratando empresa especializada para conceber, projetar e fabricar as caixas para montagens eletrônicas, visto que há tecnologias que permitem baratear a construção de protótipos de caixas e gabinetes com acabamento de produto final. E como isto é possível?
Projetos e fabricação de caixas plásticas e gabinetes plásticos sem o uso de moldes ou ferramentas especiais é a solução!
Para a concepção, desenvolvimento e confecção final de uma caixa plástica inovadora para uma montagem eletrônica, há de se trabalhar com a criatividade humana, técnicas avançadas de design, procedimentos técnicos e operacionais industriais, padrões de qualidade corporativos que somados a experiência de uma equipe com forte vivência mercadológica consegue produzir soluções sob medida, de forma simples, prática, rápida com custos muito acessíveis, principalmente com o advento da tecnologia PMPT para confecção de caixas plásticas sem o uso de moldes ou ferramentas especiais, tecnologia esta já disponível no Brasil.
Que fabricante de caixas plásticas domina a tecnologia PMPT, que empresa pode fornecer esta solução?
Você conhece alguma empresa com designers de produtos que já projetam e confeccionam caixas para montagens eletrônicas e que podem contribuir com a concepção de um protótipo ou revitalização de seus produtos, usando diferenciais de tecnologia como a PMPT – Planar Modular Production Technology – com design mercadológico?
Equipe Quickplast, 10 de Janeiro de 2011
Projeto e confecção de caixas para montagens eletrônicas com design mercadológico:
Desfrute da tecnologia PMPT (Planar Modular Production Technology) da Quickplast, uma empresa brasileira que domina esta tecnologia com engenheiro capacitado na Alemanha que adapta a técnica de corte e dobradura para chapas planas de termoplástico, não sendo necessários moldes ou ferramentas especiais possibilitando projetar e confeccionar caixas para montagens eletrônicas de seu protótipo na forma de produto acabado, com design arrojado e ergonômico.


0 comentários:
Postar um comentário